A chegada do Pai Natal-água forte de D.Fernando II,1848"A tradição da Árvore de Natal foi introduzida em Portugal por D.Fernando II, casado com a rainha D.Maria II
Em Portugal , até meados do século XIX, a tradição do Natal tinha como centro a figura do Presépio.
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Com a ascensão do Trono de Portugal da Rainha D,Maria II, os hábitos da Corte Portuguesa por altura do Natal mudaram.Assim em 1836, a Rainha casou com o Principe Ferdinand von August Franz Anton von Sachsen-Coburg-Gotha-Kohary, mais tarde D.Fernando II, o Rei-Artista.
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Com a vinda para Portugal de Dom Fernando II foi introduzida na Corte Portuguesa, a tradição da Árvore de Natal.
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Consta segundo registos que Dom Fernando II, na Noite de Natal vestia-se de S.Nicolau e distribuia presentes aos seus filhos numa festa genuinamente familiar.
A pouco e pouco, graças à influência da Corte, a tradição da Árvore de Natal foi passando das elites para uma parte da população.(...)"
Excertos de um texto de David Garcia, no "Jornal de Sintra" de 25/12 /2009
* Também estão a ser instaladas decorações de Natal na rotunda em frente ao Tribunal de Sintra
7 comentários:
E também estavam a pôr iluminação á entrada de Sintra (Ao pé do Tribunal)hoje á tarde !
R.Martins,
Sim de facto à tarde estavam a decorar a rotunda em frente ao Tribunal, com tinha deixado em rodapé no post.Não sei se foi só nesta altura, tão perto do Natal por causa da "crise", se o atraso foi motivado por qualquer outro motivo.
Mas é necessário que esta época de que nós adultos temos em memória, não seja apagada da mente das crianças de hoje, e também que aqueles que decidem se há Natal ou não sejam coerentes e não passem nos próximos dias pelo aeroporto de partida para Londres ou Nova York para uma passagem de Natal em ambiente festivo...
Abraço
Estão a pôr luzes também nas tílias(que restam), na Vila Velha.
sintrense
Depois de as ver acesas fico a pensar que não sei se é melhor aquilo ou nada.
Tristonhas como nós :(
sintrense
Mas se não houver iluminações não há (não se celebra) o Natal?
Anónimo.
Poder celebrar-se, podia. Mas não era a mesma coisa.
Cumprimentos
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