quarta-feira, março 26, 2014

A cantiga é uma arma

"O espectáculo esteve para não se realizar até cerca das 22h desse dia 29 de Março,(1974) porque para além dos severos cortes da censura nos textos das canções, pairava sobre o evento a ameaça da proibição da Direcção-Geral dos Espectáculos, cujo responsável máximo, Caetano Carvalho, tentou até ao último momento, demover os cantores-autores do propósito de cantarem para as cerca de sete mil pessoas que enchiam por completo aquela emblemática sala lisboeta."
José Jorge Letria/Público 26/03/2014

 Foto do 1º Encontro da Canção Portuguesa em 29 de Março de 1974, Coliseu dos Recreios(Cinéfilo nº27Abril 1974)Foto com Vitorino,José Jorge Letria, Fausto,Manuel Freire,José Afonso e Adriano Correia de Oliveira.

 "A coisa chamava-se -chamou-se-I Encontro da Canção Portuguesa. Estavam marcados para se encontrar com a malta o Quarteto de Marcos Resende, o duo Carlos Alberto Moniz e Maria do Amparo, Manuel José Soares, Carlos Paredes (com Fernando Alvim); o conjunto espanhol Vino Tinto, que a televisão já vira; Pablo Guerrero; Ary dos Santos;  José Barata Moura; Manuel Freire; Fernando Tordo; José Jorge letria; o conjunto  Intróito; Adriano Correia de Oliveira; José Afonso; Ruy Mingas e Paulo de Carvalho."

Mário Contumélias/Revista Cinéfilo nº27 de Abril de 1974


 http://riodasmacas.blogspot.pt/2014/03/o-1-encontro-da-cancao-portuguesa-40.html

"Há quase 40 anos, uma canção fez com que uma noite entrasse na História A força e o alcance dessa canção não se esgotaram. Ela já mostrou que pode continuar a fazer História, porque não esquecendo o passado, é sempre do futuro que continua a falar, por ser intemporal e universal e o que nos diz."
 José Jorge Letria/Público 26/03/2014

 http://www.publico.pt/cultura/noticia/uma-noite-cantada-que-fez-historia-1629645

"Ac

2 comentários:

Carlos José dos Santos disse...

Desejo que todos os resistentes, todos os que acreditam em dar a volta, estejam presentes, e que sejam muitos, tantos quantos os que estiveram lá no passado.

pedro macieira disse...

Caínhas,
Eu estive lá e quarenta anos depois o nosso futuro, não passa como da outra vez por um "25 de Abril", 26 dias depois...
Abraço