quinta-feira, setembro 23, 2010

Festas de N.ª Sr.ª do Cabo Espichel em Sintra (II)

Publicamos hoje um pequeno resumo de uma reportagem fotográfica do nosso amigo Carlos Santos - Caínhas, do desfile que aconteceu no Sábado passado em Sintra - integrado nas Festas de N.ª Sr.ª do Cabo Espichel . Estas novas fotos vêm permitir uma visão complementar do evento Sintrense, que também foi referido aqui.

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14 comentários:

Fatyly disse...

Já disse ali mais em baixo que desconhecia esta tradição. Não acompanhei mas gostei imenso de ver mais estas fotos sobretudo com a iluminação acesa.

Anónimo disse...

Este e o desfile de sábado.
No Domingo foi o Cortejo Regional.

pedro macieira disse...

Anónimo,
Correcto o lapso foi corrigido.
Um abraço

Anónimo disse...

Epa não ficava melhor se fosse a N.Sra.do Cabo da Roca?

Não se percebe esta troca de cabos. Sintra seria Roca. Sesimbra era Espichel.

Que achas de propores isto la nos debates essenciais?

Pode ser?

Teras de envolver tambem o Clero, mas isso não pode ser impeditivo de mais esta inicitiva de utilidade publica elevada. Pensa nisso.

Anónimo disse...

Não achas toda esta temática um pouco PIMBA ?

Fotos PIMBA de pessoas PIMBA e bandas PIMBA em desfiles PIMBA numa altura PIMBA num blog PIMBA.

Afinal não acho que seja um pouco PIMBA. Acho mesmo que é mesmo MUITO mesmo PIMBA mesmo.

pedro macieira disse...

Anónimo,

Não sei qual é o seu conceito de temática "Pimba".
Sobre o Blog "Pimba"...é pena que a sua caracterização de tudo ser "Pimba", não me permitir perceber bem a sua opinião sobre o que não será "Pimba".
De qualquer forma poderia não se esconder no anonimato para deixar comentários, em que expressa a sua opinião sobre o que vê à sua volta, o que permitiria uma troca de opiniões mais séria.

pedro macieira disse...

Ainda sobre o Círio de N.ªSrª do cabo Espichel, um curioso texto da autoria de Manuel J.Gandra:

O Círio de Nossa Senhora do Cabo Espichel que percorre várias paróquias sintrenses é uma tradição secular - segundo Manuel J.Gandra "A romaria popular e a peregrinação religiosa dos Círios constituir-se-iam como última reminiscência e mais longíncua memória do acontecimento geográfico-natural que tradicionalmente se designa pelo dito afundamento do continente Atlante ou da Atlântica..”

Neste sentido, e segundo Manuel J.Gandra os "Círios do cabo", como o "devotado por Sintra, com o nome de Nossa senhora do Cabo Espichel, partilhado desde o século XV pelas populações costeiras entre o Cabo Espichel e o Cabo da Roca, estatuir-se-iam como memória religiosa daquele trágico acontecimento, não do afundamento de um continente, como até há pouco se pressupunha quando se falava da Atlântica, mas da submersão de centenas de quilómetros da zona costeira europeia por uma onda gigantesca, igualmente com profundas consequência no Mediterraneo.Há cerca de10000 anos, nível do Oceano Atlântico, encontrar-se-ia a uma quota “inferior ao actual de mais de uma centena de metros”,permitindo a passagem, ilha a ilha entre a Europa eo continente americano.(...)”

Este cenário terá sido alterado, segundo o autor por um impacto de um cometa, em pleno atlântico, “o que terá causado um aquecimento global do planeta, provocando uma deglaciação abrupta e um súbito, e inesperado e devastador dilúvio, em virtude da devolução aos oceanos das águas retidas nos glaciares.”

Como resultado desta alteração planetária ,”as populações sobreviventes na sua mentalidade evemerista* teriam passado a adorar, sobretudo nas zonas geográficas de cabos peninsulares, onde a terra penetra mar a dentro, tanto um conjunto de divindades maritimas, como a memória dos seus antepassados tragados pela águas.sintomáticamente, no caso do Círio de N.Senhora do Cabo Espichel, a divindade primitiva adorada (uma “Virgem Negra”, segundo Manuel Gandra) designava-se primitivamente como Nossa Senhora da Pedra da Mua, que não terá a ver com a
mula **que transportava a imagem peregrina de N.senhora mas com o étimo*** egípcio “Mu”.
Os povos da serra de Sintra (alcabideche) e da Serra da Arrábida (Caparica) ter-se-iam unido na adoração de uma entidade mítica primitiva de que, após cristianização da Península Ibérica N.Senhora do Cabo se tornou descendente.

GATO PRETO disse...

Que tristeza!
Um comentário cobardolas escondido atrás do anonimato, a falar de pimba a torto e a direito, faz-me concluir que essa pessoa sem rosto, e sem muitas outras coisas, viverá obcecado pela temática Pimba.
Levanta-se pimba, come pimba, trabalha ou não faz nada pimba, e deita-se pimba.
Resumindo é um pimba chapado que podia até ter algum interesse, mas não tem interesse nenhum!
É mais um que anda convencido daquilo que não é!

Anónimo disse...

Caro Anónimo Pimba

Se considera um blog inteiramente dedicado a Sintra, que tem vindo a dar a conhecer este local magnífico nacional e internacionalmente, que tem informações históricas preciosas e imagens de excelente qualidade, que tem vindo a ser homenageado pelos jornais e entidades políticas da região e fora dela, assim como por imensas pessoas que vivem em Sintra e não só, com imensas visualizações diárias e ao qual sempre têm sido atribuídos elogios, lamento imenso a sua capacidade de compreensão… Se calhar preferia que o blog se dedicasse a temas mais interessantes como futebol, touradas e futilidades quotidianas….

Pois bem, se este não é o seu blog de eleição pode sempre passear pela blogosfera e descobrir outro que lhe encha as medidas. Agora acho que desvalorizar o trabalho de uma pessoa que tem feito mais por Sintra do que muita gente responsável e com cargos relevantes, não só não é coerente e correcto, como é realmente algo de uma pessoa que vive num universo mesquinho e sim, completamente pimba!

Erica

Anónimo disse...

Deixem-se de comentários ainda mais PIMBA que o blog...

Anónimo disse...
Este comentário foi removido por um administrador do blogue.
Anónimo disse...
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pedro macieira disse...

Devido a comentários grosseiros de um certo anónimo, fui obrigado por uma questão de decência deste blogue - que exige o respeito por todas as opiniões a eliminar os ditos comentários.

Pela primeira vez em quatro anos poderei pensar em ter a caixa de comentários sujeita a autorização - medida que pensei nunca vir a tomar.
Pedro Macieira

Anónimo disse...

depois de casa arrombada...