segunda-feira, setembro 08, 2014

O tempo das vindimas de 2014

Foto uvas ramisco 2012/Fontanelas

Via jornal Público :
http://www.publico.pt/economia/noticia/producao-de-vinho-em-portugal-cai-57-este-ano-devido-ao-mau-tempo-e-doencas-no-campo-1668857

Produção de vinho em Portugal cai 5,7% este ano devido ao mau tempo e doenças no campo


Problemas na floração e ataques de míldio e oídio fazem recuar a produção vinícola para 5,9 milhões de hectolitros na campanha 2014/2015 cuja vindima está no terreno.
A produção de vinho na campanha 2014/2015, que se inicia com a vindima em curso, deverá recuar 5,7% face à anterior. Num ano amargo para os produtores, com condições climatéricas muito difíceis e ataques frequentes de doenças, há nove regiões vitivinícolas com decréscimos de transformação de uva em vinho, quatro que têm uma melhoria de desempenho e uma que mantém o registo (Alentejo). Dão, pela negativa, e Península de Setúbal, pela positiva, são os destaques do ano vinícola.
As previsões de produção de vinho em Portugal, produto que garante exportações superiores a 700 milhões de euros por ano, foram divulgadas pelo Instituto da Vinha e do Vinho (IVV), com base nas indicações colhidas no terreno pelos técnicos das várias regiões vitivinícolas, incluindo os Açores e a Madeira. Para a campanha que está a arrancar, o IVV aponta para a produção de 5,9 milhões de hectolitros de vinho, face aos 6,2 milhões que tinham sido registados na campanha anterior.
O volume de vinho que irá ser produzido está cerca de 6% abaixo da média das últimas cinco campanhas e constitui o segundo pior registo para o período – apenas na campanha de 2010/ 2011 é encontrado um voluma de produção abaixo dos 5,8 milhões de hectolitros. Entre 2009 e 2014, o recorde de produção foi atingido na campanha de 2010/1011 com um total de 7,2 milhões de hectolitros a saírem das adegas.
Frederico Falcão, presidente do IVV, confirma que foram mesmo as condições climatéricas que determinaram este mau ano na vinha. “Até seria expectável que a produção aumentasse, porque na última década Portugal reestruturou cerca de um quarto da vinha. As velhas vinhas foram substituídas por novas, com recurso a castas que garantem uma maior produtividade.(...)”

Texto integral, ler aqui

Sobre as castas de Colares
Via FB da Adega Regional de Colares

Foto Adega Regional de Colares

3 castas diferentes, 3 cores de mosto diferentes. As principais castas da região: Malvasia, Molar e Ramisco (da esquerda para a direita). Continuamos a acompanhar a maturação das uvas.

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