segunda-feira, janeiro 25, 2010

domingo, janeiro 24, 2010

Não havia necessidade...

Carrascal /Sintra

No Carrascal (fotos de hoje), localidade entre Nafarros e Cabriz em Sintra, mais um exemplo de excessos nas podas - método semelhante ao utilizado nas tílias de S.Pedro - não é necessário mais comentários!!!

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São dezenas de árvores que foram bárbaramente "podadas", neste local, qual será o próximo???

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O regulamento e a prática



A foto que publicamos hoje, foi-nos indicada por um visitante do blogue, e foi encontrada na página da Internet dos Bombeiros de S.Pedro de Sintra.

A foto reporta uma intervenção dos bombeiros junto às tílias do Largo 1º de Dezembro, em consequência dos fortes ventos que se fizeram sentir em todo o País, em 28/03/2009.

A foto permite ver as tílias e as suas copas - um ano depois a intervenção da Câmara Municipal de Sintra, tornou impossivel a repetição de uma imagem como aquela e com um grave prejuízo para o património florestal de Sintra.

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

O Regulamento...

Paisagem Cultural de Sintra - Plano de Gestão
Ficha 30 - Regulamento para a intervenção em Árvores de Sintra

"(...) O corte e a poda de árvores reduzem-se ao minímo indispensável . O abate , em regra só deverá ocorrer depois da árvore ter atingido o termo da sua longevidade, isto é , quando começar a secar, definhar ou apresentar sintomas nítidos de decrepitude; as restantes situações deverão ser ponderadas, de acordo com o estipulado no regulamento e/ou legislação vigente. O regulamento aplica-se a qualquer intervenção que seja necessário em árvores que se insiram em zonas verde de uso público, zonas verde de protecção e enquadramento, estradas e arruamentos, praças e logradouros públicos .
Aplica-se ainda, em elementos similares que se situem em pátios, quintas e propriedades de carácter privado.
Visa aprotecção dos exemplares designados de interesse concelhio ou classificados pela Direcção- Geral de Florestas.
(...)
É com esta determinação que assumimos o presente Plano de Gestão e o submetemos à apreciação da UNESCO.

Sintra 24 de Janeiro de 2005

O Presidente da Câmara Municipal de Sintra
Fernando Reboredo Seara"

A Prática...

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sábado, janeiro 23, 2010

Últimas informações sobre os plátanos de Colares

Informação da Autoridade Florestal Nacional ,sobre os plátanos de Colares -Aqui

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Porque hoje é Sábado...

Notícia do El País, sobre os Urban Sketchers

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Jornal El País de 20-01-2010

Urban Sketchers

Mostrar o mundo, desenho a desenho, é um dos propósitos dos Urban Sketchers, uma comunidade de mais de 100 artistas repórteres, repartidos por todos os continentes que publicam na Internet à volta de 300 desenhos por mês.

Um dos desenhadores em destaque, na notícia do El País, é o amigo Pedro Cabral, autor do blogue "Bonecos de Bolso", de quem já publicámos o desenho do " Casal da Serrana" a casa de Alfredo Keil na Eugaria.

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A página dos Urban Sketchers portugueses com um desenho (Casa das Histórias de Paula Rego) de Pedro Cabral

sexta-feira, janeiro 22, 2010

Plátanos de Colares - Actualização

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Recebemos hoje, uma resposta da Autoridade Florestal Nacional, do Ministério da Agricultura, do Desenvolvimento Rural e das Pescas a uma solicitação nossa sobre os Plátanos de Colares, que passamos a transcrever:

Exmos Senhores
Efectivamente os plátanos a que se refere estão marcados a tinta vermelha apenas para serem "radiografados" e ser analisado o estado sanitário e vegetativo, no entanto, e partilhando o vosso receio, informamos que no dia 20 de do corrente mês a Autoridade Florestal Nacional notificou a entidade proprietária e a Câmara Municipal de Sintra que até à tomada de decisão final da classificação de interesse público, não poderão ser efectuadas intervenções quer na parte aérea, quer radicular das árvores da Alameda Coronel Linhares de Lima na Vila de Colares, na área cujos limites se indicam no mapa indicado infra:


Colares

PlatanosdeColaresimagem

Agradecemos o vosso empenhamento na defesa de um património que é de todos.
Os nossos melhores cumprimentos.

Quinta do Relógio III

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Foto de Maurício Abreu

Quinta do Relógio

"Conta-se que, um dia o rei D.PedroV passava diante desta casa na companhia do seu amigo o marquês de Sá da Bandeira, este último, ouvindo a doce melancolia de um repuxo, perguntou-lhe: «Senhor, o que é este barulho?». «-certamente a água» « -Não, senhor, é o sangue dos negros flagelados pelo chicote que este homem transformou em ouro». Se as origens deste palácio de estilo árabe edificado em meados do séc XIX por um traficante de escravos são bem conhecidas, em contrapartida sabem-se poucas coisas acerca da história desta propriedade."

Monte Cristo

"Manuel Pinto da Fonseca antigo traficante de escravos, cognominado o Monte Cristo, cuja vida tumultuosa é aparentada com a de Edmond Dantés, o Conde Monte Cristo do apaixonante romance de Alexandre Dumas"

Excertos do texto e foto de "Quintas e Palácio dos Arredores de Lisboa"de Anne de Stop (1986)

Posts relacionados:
-Quinta do Relógio II
-Quinta do Relógio

quinta-feira, janeiro 21, 2010

Pombos

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No seguimento de um post, publicado em 29-12-2009, sobre os pombos do Jardim da Correnteza, que provocou um conjunto de comentários, sobre a existência dos pombos nas cidades - publicamos hoje uma interessante notícia do "Correio da Manhã" de 09-01-2010, sobre uma "Aldeia Columbófila", instalada num parque em Castelo Branco, com o apoio da Câmara Municipal.

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Uma foto de 2008, obtida na Cidade Luz, em plenos Champs Elysées, com um pombo parisiense depenicando o que resta de um lanche...
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quarta-feira, janeiro 20, 2010

Mário de Azevedo Gomes 1885-1965

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Mário de Azevedo Gomes nasceu em Angra do Heroísmo (Açores) em 22.12.1885, filho de Manuel de Azevedo Gomes e Alice Hensler, filha de Helise Hensler, a Condessa d'Edla.

Mário de Azevedo Gomes era Silvicultor (licenciado em Engenharia Agrónoma, 1907), exerceu funções docentes e foi ministro da I República, entre 1923 e 1924.
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Durante a década de 50 e início dos anos 60 orienta e elabora vários estudos dedicados ao Parque da Pena: solos, clima, e aspectos dendrológicos-florestal.
Em 1960 publica a obra que eternizou a sua paixão pelo Parque da Pena: a Monografia do Parque da Pena, na qual descreve detalhadamente o património natural e edificado do Parque e da anexa Tapada do Mouco, bem como de outros espaços adjacentes, como o Castelo dos Mouros , Tapada do Inhaca entre outros.

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Parque da Pena

Créditos:
Foto de Mário de Azevedo Gomes, encontrada na Associação D.Património de Sintra
Notas biográficas- retiradas da biografia completa no blogue Parque da Pena

terça-feira, janeiro 19, 2010

Quinta do Relógio II

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Foto da Quinta do Relógio de 1890, com as araucárias ainda pequenas (foto cedida por SrªD.Teresa de Carvalho)
Quinta do Relógio

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Foto de Emilia Reis

"Localizada no largo com o mesmo nome, a propriedade foi adquirida durante o reinado de D.Pedro V (1835-1861) por Manuel Pinto da Fonseca, rico negociante e antigo traficante de escravos, que contratou António Manuel da Fonseca Júnior para elaborar o projecto da casa.
Esta foi edificada em meados de Oitocentos, fruto das influências românticas e de inspirações neo-árabes.
O palacete principal é ladeado por duas construções mais baixas, encontrando-se a fachada do edifício pintado por faixas transversais e ornamentada com motivo florais e geométricos de inspiração neo-árabe.

Este edifício possui ainda sete janelas sobrepujadas por arcos em forma de ferradura, surgindo, ao centro, uma galeria também rodeada por três grandes arcos em ferradura, suportados por finas colunas com capitéis de motivos florais, destacando-se, na parede entre as portas,uma pintura com divisa dos reis mouros a branco sobre fundo azul: «Deus é o único vencedor».

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Foto dos Jardins da quinta (Foto cedida por Srº.D. Teresa de Carvalho)

A quinta possui, ainda um jardim, plantado pelos primeiros proprietários com plantas raras e exóticas, como as magnólias, camélias, araucárias,fetos, fúcsias e nenúfares de grande envergadura que cobrem os lagos.
Sendo propriedade privada, não é possivel visitar, podendo ser observada apena a partir do exterior.
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Lago do jardim da quinta (foto cedida por Srª.D.Teresa Carvalho)

Em frente à entrada principal da quinta está plantado um sobreiro centenário que aí resiste, imponente, ao tempo e aos homens."

*texto Quinta do Relógio transcrito do Sintra Guia ed.2008, da CMS

*Agradecemos a colaboração da Senhora D. Teresa de Carvalho, bisneta de Carlos de Oliveira de Carvalho, o "Carvalho da Pena" antigo regente do Parque da Pena e de Emilia Reis, que amávelmente nos cederam as fotos que ilustram o texto do "Sintra Guia", sobre a quinta que a CMS pretende agora comprar.

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ost relacionado - Quinta do Relógio

segunda-feira, janeiro 18, 2010

Árvores de Sintra

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"No tempo do antigo regente * Carlos de Oliveira Carvalho não se cortava uma árvore sem a sua autorização - Que saudades do velho "Carvalho da Pena!".
José Alfredo da Costa Azevedo, no Jornal de Sintra de 4 de Novembro de 1972

Intervenções Sintrenses

Depois da intervenção da PSML, na Tapada D. Fernando II em 2007, e de Monserrate em 2008 - E das várias intervenções no Linhó de que as fotos que uma leitora do blogue, gentilmente nos enviou, testemunham:

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Linhó 2009

Linhó2010 0108 160505
Linhó 2010
Mais fotos aqui - E mais recentemente a intervenção nas tílias de S.pedro de Sintra.

Fica a grande preocupação sobre o que poderá ainda acontecer aos plátanos de Colares?

Notas:
* "Carlos de Oliveira de Carvalho, falecido em 1939, de quem podemos dizer que foi um continuador da obra de do rei- artista D.Fernando II"

"Durante 28 anos foi regente do Parque da Pena, tendo também a seu cargo a administração da Serra de Sintra"

José Alfredo da Costa Azevedo

domingo, janeiro 17, 2010

Quinta do Relógio

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Quinta do Relógio, foto CMS

O "Diário de Notícias" de 14 /01/2010, publicou uma notícia, assinada por Luís Galrão, sobre a possivel aquisição por parte da CMS, da Quinta do Relógio em Sintra - pelo seu interesse, fazemos a sua transcrição:

«Surpresa com compra de quinta degradada»

A notícia de que a Câmara de Sintra pretende adquirir a Quinta do Relógio, uma propriedade privada situada frente è Quinta da Regaleira, foi recebida com surpresa na vila Património Mundial. "O PS votou contra por considerar que a proposta não está devidamente fundamentada, o que não quer dizer que a aquisição não se justifique no âmbito de um projecto concreto", disse ao DN a vereadora Ana Gomes.

Na reunião de ontem do executivo, a maioria social-democrata aprovou a consulta a várias instituições bancárias para a contracção de um empréstimo no valor de 26,6 milhões de euros para, entre outras aquisições, comprar a quinta e o palacete neomourisco. A câmara justifica a pretensão com "a riqueza arquitectónica e cultural" do imóvel que "reúne as condições ideais para a concretização de projectos há muito ansiados pelos munícipes".

Os proprietários pedem seis milhões e setecentos e cinquenta mil euros, valor que levanta preocupações. "É um escândalo, não há justificação nenhuma. O edifício está transformado num estaleiro há muito tempo e irá necessitar de uma prolongada e dispendiosa intervenção. E o que não falta são obras onde aplicar esses milhões, como a resolução dos problemas gritantes dos edifícios do centro histórico", avança João Cachado, professor aposentado e autor do blogue 'Sintra do Avesso'.

A intenção da autarquia também surpreendeu a Associação de Defesa do Património de Sintra, que a considerou "insólita".


Quinta do Relógio
Foto de 24 Fevereiro 2008, da Quinta do Relógio encontrada no blogue Para os lados de Sintra...
-post que permite ver o estado em que se encontrava naquela data a Quinta que a CMS, pretende agora adquirir.

Assunto abordado também pelo blogue "Sintra do Avesso"

sábado, janeiro 16, 2010

Porque hoje é Sábado...

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É PRECISO UM PAÍS

Não mais Alcácer Quibir.
É preciso voltar a ter uma raiz
um chão para lavrar
um chão para florir.
É preciso um país.

Não mais navios a partir
para o país da ausência.
É preciso voltar ao ponto de partida
é preciso ficar e descobrir
a pátria onde foi traída
não só a independência
mas a vida.

Manuel Alegre


*Foto -Praia das Maçãs

sexta-feira, janeiro 15, 2010

Efeitos do temporal dos últimos dias

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Foto de 13/01/2010
Aluimento de terras na Praia Grande, junto ao "Angra", por pouco não atingiu o quiosque dos jornais.

Jornal "Correio da Manhã" de 13/01/2010
"Em Sintra, foram situações de aluimento de terras e possível dano de linhas eléctricas e cabos do telefone, associadas à instabilidade das árvores fustigadas pelo vento, a causar preocupação"

quinta-feira, janeiro 14, 2010

As Tílias não morrem de pé! (II)

A página de Internet "Árvores de Portugal", publica hoje um texto de Pedro Nuno Teixeira dos Santos, sobre o caso das tílias, do Largo 1º de Dezembro, em S.Pedro de Sintra.

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"(...)Não importa se tais prá­ti­cas ances­trais de rolar as árvo­res estão cer­tas ou erra­das, se são, ou não, bené­fi­cas para as árvo­res; se con­tri­buem, ou não, para a sus­ten­ta­bi­li­dade das árvo­res e, con­se­quen­te­mente, para a segu­rança das pes­soas nas cida­des. A rola­gem das árvo­res perpetua-se por­que é uma tra­di­ção, em Sin­tra como no resto do país. Pouca importa a esta gente que seja uma prá­tica errada, que dani­fica as árvo­res e aumenta o poten­cial de ocor­re­ram acidentes.

Che­ga­mos pois a esta triste con­clu­são, que a tra­di­ção se sobre­põe à raci­o­na­li­dade. Para cúmulo, com o argu­mento que se está a pro­te­ger uma espé­cie de tra­di­ção ances­tral dos por­tu­gue­ses: des­truir as árvores! (...)"

Excerto do texto "Uma tradição a abater"

Acesso à página: "Árvores de Portugal" -aqui

Embargos Sintrenses

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Foto de Maio de 2008 - a estrutura metálica embargada pela CMS


De uma notícia do Diário de Notícias, de 13/12/2010 ,texto de Luís Galrão:

"Fábrica da Galuchos recomeça obra embargada em 2007

Os moradores de S.João das Lampas, em Sintra, estão apreensivos com o reinício da obra de ampliação da fábrica da Galucho, uma empresa de equipamentos agrícolas e de transporte propriedade de um ex-presidente da câmara. Em Dezembro de 2007, a obra foi considerada ilegal e embargada pela autarquia, mas os moradores alertam que os trabalhos recomeçaram em Novembro sem qualquer edital e sem respeitar as dimensões previstas no Plano director Mucipal (PDM)."

-Notícia integral -Aqui

O caso desta obra embargada foi referenciado no "Rio das Maçãs", em Maio de 2008, como também outros casos de "embargos" não respeitados pelo mesmo ex-presidente da CMS.

quarta-feira, janeiro 13, 2010

Questões Meteorológicas

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O caudal do Rio das Maçãs hoje de manhã depois das fortes chuvas, não havendo desta vez registo de cheia na Várzea de Colares


Céu muito nublado.
Períodos de chuva ou aguaceiros.
Queda de neve nas regiões do interior Norte e Centro acima dos 700
metros durante a noite, subindo para os 1300 metros durante o dia.
Vento fraco a moderado (10 a 25 km/h) do quadrante oeste, tornando-se
forte (35 a 50 km/h) no Algarve para o final da tarde.
Nas terras altas o vento será de oeste forte (35 a 50 km/h) com
rajadas da ordem dos 80 km/h, tornando-se gradualmente moderado (20
a 35 km/h).

ESTADO DO MAR:
Costa Ocidental: Ondas de oeste com 3,5 a 4,5 metros, passando a
ondas de noroeste 3 a 3,5 metros a norte do Cabo Carvoeiro.
Temperatura da água do mar: 16ºC
Costa Sul: Ondas de sudoeste com 2,5 a 3,5 metros, aumentando para
3 a 4 metros.


Temperatura da água do mar: 17ºC

Actualizado a 12 de Janeiro de 2010 às 4:26 UTC

Actualização:
No momento de publicar este post, chegam informações de um forte sismo no Haiti (7,3 na escala de Richter), que deverá ter destruído a capital Port-au- Prince, e feito muitas vítimas, para o qual foi emitido um alerta de tsunami, o que transforma o conteúdo deste post, num assunto completamente irrelevante...

terça-feira, janeiro 12, 2010

O "Cacho Dourado" em boas mãos

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Jornal de Sintra de 11-07-1937

Em Novembro de 2009, num post sobre o antigo Rancho de Colares, fazia-se referência ao galardão "Cacho Dourado", que foi atribuído a Colares em 1936, durante a festa da Vindimária - prémio entregue em Colares no ano seguinte, pelo então Presidente da República, Oscar Carmona. Um comentário ao post de um leitor de Colares , formulava a seguinte questão:

"Onde pára o Cacho Dourado? Faz parte de algum espólio local?"

-Colocámos a pergunta à Adega Regional de Colares e hoje obtivémos a resposta para o que parecia um enigma:

"O troféu encontra-se na posse da Adega Regional. O seu local habitual de exposição é na sala de reuniões da Adega. No entanto o troféu esteve presente na Exposição do Centenário que decorreu até Outubro de 2009, na Visconde Salreu (na 2ª vez que esteve aberta ao público)."

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Em breve esperamos apresentar fotos deste importante galardão atribuído a Colares em 1936.

segunda-feira, janeiro 11, 2010

Um domingo de Inverno

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Com bastante frio, mas sem vestígios de flocos de neve, ao contrário de grande parte do país, a Peninha neste domingo de Inverno estava envolvida em denso nevoeiro.

domingo, janeiro 10, 2010

Os 81 anos de Tintin

Le Petit number 32
Faz hoje 81 anos (10/01/1929) que o repórter do "Le Petit Vingtième" belga, de nome Tintin partiu em reportagem para o "País dos Sovietes".

Inicialmente em 69 episódios, a primeira história desenhada do Tintin por Hergé, é uma banda desenhada datada e profundamente anticomunista, o que terá originado o próprio autor a recusar reeditar ou mesmo refazê-la durante muito tempo.

Mas esta história do Tintin é um marco para a banda desenhada, pois a técnica que até hoje se usa nas "histórias aos quadradinhos", terá nascido aqui.
tintin
Edição portuguesa do "Público" das "Aventuras de Tintin no País dos Sovietes"
EditionsLombardBruxelas
A sede das Editions Lombard, em Bruxelas que editava a revista de banda desenhada "Tintin"

sábado, janeiro 09, 2010

As Tílias não morrem de pé!

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A foto de hoje e de Dezembro de 2007 do Largo 1ºde Dezembro em S.Pedro de Sintra

A intervenção que decorre em Sintra da "Estradas de Portugal" e com a presença da CMS, no Largo 1º de Dezembro em S.Pedro, onde estivémos hoje, salda-se por um abate de uma tília de algum porte e com grandes cortes radicais (poda?) em duas outras tílias que ornamentavam aquele largo.

O abate da tília maior foi justificado no local, pela doença que árvore teria.Esperamos o que o diagnóstico esteja devidamente fundamentado... pois em caso contrário a perca para Sintra já é real.

Tilias1Dezembro820102

A amável colaboração de um leitor deste blogue permite-nos a publicação da foto, posterior à nossa presença no local, em que o tronco da tília maior já estava completamente cortado.
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sexta-feira, janeiro 08, 2010

Na Volta do Duche

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Perto do «Grande Maior» na Curva do Duche...

Foi descerrada no dia 21 de Dezembro de 2009, na Curva do Duche em Sintra uma placa junto do «Grande Maior» que assinala a presença desta árvore como figura em Parasceve, de Maria Gabriela Llansol.

[...]
Nesta meditação, a olhar através das plantas verdes, ocorre-me que outro dia, pela Volta do Duche, seguia para a Vila Velha através de plátanos, castanheiros, e de uma árvore soberba - a que chamo Grande Maior. Quando passo por ela digo sempre (pura verdade!):
-Bom dia , Grande Maior!

(Do Caderno 1.48 do espólio, 1997)

quinta-feira, janeiro 07, 2010

Águas Minerais do Monte Banzão - Notas históricas

Agua Montebrazao1917
Anúncio publicado na rev. "Occidente" 1022 de 20 de Maio de 1907

Águas Minerais do Monte-Banzão


Identificação -Monte-Banzão
Indicações - Aparelho digestivo e rins (Contreiras,1951)
Instalações - A emergência da água é no fundo de um poço que atravessa as areias (Acciaiuoli,1944)

Fracamente mineralizada, radioactiva (Contreiras,1951)
Sintra/Colares

Alvará de concessão de 30/11/1906, abandonadas em 4/8/1937

Bibliografia:Acciauioli 1944, Andrade 1906,Contreiras 1937, Contreiras 1951, Machado 1904,Pestana 1905.

*Inf. encontrada- aqui

Monte-BanzaoPadaria
Padaria Flor - Monte Banzão -Actualmente o início da Avenida Atlântico no Alto Banzão
Foto encontrada -aqui


"Em Colares existiram pelo menos três empresas de comércio de águas.
(...)
Quanto a esta última (Monte-Banzão), sabemos que em 19o5, foi pedida, por Joaquim Camacho Rodrigues, a concessão da água Mineral "Monte-Banzão". Esta água era engarrafada num anexo da casa do proprietário do Monte Banzão , através de um cano de ferro que ligava esse anexo ao poço. A água deixou de ser comercializada em 1913, por diminuição do caudal que se deveu a aluimentos de terras resultantes dos fortes abalos sísmicos de 1908"

De um texto do Prof. António Miranda

agua Monte-Banzao191722
As Águas do Monte-Banzão, nas vésperas da Revolução de 1910

"A morte de Miguel Bombarda, dada a conhecer pela notícia afixadas em O Século, foi como chama que se espalha por Lisboa inteira e a incendeia. Espelhava-se nos rostos a máscara das horas graves, de quem espera um acontecimento grande. Vultos atarefados passavam, cosendo-se com as parede, transmintindo ordens. Os dirigentes republicanos não se vêem. Na manhã de 3 tinham reunido os oficiais comprometidos na Rua dos Correeiros, na Empresa das Águas do Monte Banzão, de Inocêncio Camacho."

Excerto de um texto de José Brandão -aqui

CollaresAgua
Ilust.Portuguesa nº928 de 1 de Dezembro de 1923