Rio das Maçãs ou Rio de Colares, nasce no Lourel na freguesia de Santa Maria e São Miguel no concelho de Sintra durante o seu percurso até à foz na Praia das Maçãs é alimentado por diversos afluentes do Almagre, de Morelinho, de Nafarros e do Mucifal, da Mata, da Urca ou Valente e de Janas.
quinta-feira, março 21, 2013
Postal triste de Colares IV
Estado da "Arte"em Colares
Estado das "copas" dos Plátanos já "podados" pela Estradas de Portugal S,A. e total silêncio da CMS e Junta Freguesia de Colares
Antes e depois - descubra as diferenças
Foto de ontem 20/03/2013
Foto de hoje 21/03/2013
3 comentários:
Anónimo
disse...
Se não fosse o Rio das Maças não tinha conhecimento desta situação, mesmo morando tão perto ainda não tive oportunidade de passar pela Várzea nos ultimos dias, mas ainda bem, para não me enervar mais, depois do plátano ancião substituido agora por calçada no Mucifal.
Ainda me lembro de ver e ouvir, uma Coruja/Mocho, que fazia destes plátanos, por cima e ao redor do parque, a sua moradia. Pergunto-me onde andará esta creatura agora, e se ao menos tiveram isso em conta.
Mais vale vandalizar o patrimônio das instituições por detrás disto, para além de abrir consciências, o motivo seria o mesmo senão mais justificavel.
Não fosse as arvores por si só, estes acontecimentos são simbolo de um mal maior.
Seara, Marco Almeida, quem seja, é tudo farinha do mesmo saco.
Enquanto a poderosa Estradas de Portugal decide se nas "suas" estradas devem existir árvores ou não, os "poderes" autárquicos cá do burgo, assobiam afinadinhos para o lado, sendo mais uma vez cumplices deste atentado ao património arbóreo, que deveriam ser os primeiros a defender.
Os partidos politicos, (Portugal sentado), não parecem estar interessado em causas que fazem perder votos -esta é uma delas pois parece que a maioria da população, talvez por falta de informação, parece indiferente à forma como destroiem as suas árvores. Cumprimentos
3 comentários:
Se não fosse o Rio das Maças não tinha conhecimento desta situação, mesmo morando tão perto ainda não tive oportunidade de passar pela Várzea nos ultimos dias, mas ainda bem, para não me enervar mais, depois do plátano ancião substituido agora por calçada no Mucifal.
Ainda me lembro de ver e ouvir, uma Coruja/Mocho, que fazia destes plátanos, por cima e ao redor do parque, a sua moradia. Pergunto-me onde andará esta creatura agora, e se ao menos tiveram isso em conta.
Mais vale vandalizar o patrimônio das instituições por detrás disto, para além de abrir consciências, o motivo seria o mesmo senão mais justificavel.
Não fosse as arvores por si só, estes acontecimentos são simbolo de um mal maior.
Seara, Marco Almeida, quem seja, é tudo farinha do mesmo saco.
Sintrense. Bem Haja.
Que tristeza e o Sr.Seara como presidente(?) do faz de conta com nada se preocupou!!!
Enquanto a poderosa Estradas de Portugal decide se nas "suas" estradas devem existir árvores ou não, os "poderes" autárquicos cá do burgo, assobiam afinadinhos para o lado, sendo mais uma vez cumplices deste atentado ao património arbóreo, que deveriam ser os primeiros a defender.
Os partidos politicos, (Portugal sentado), não parecem estar interessado em causas que fazem perder votos -esta é uma delas pois parece que a maioria da população, talvez por falta de informação, parece indiferente à forma como destroiem as suas árvores.
Cumprimentos
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