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Habitantes de aldeia na Guarda preocupados com “saúde” de castanheiro gigante
24.11.2011 - 13h48 Lusa

A árvore é considerada o maior castanheiro da Europa
Habitantes da aldeia de Guilhafonso, na Guarda, estão preocupados com o envelhecimento do castanheiro gigante da zona, considerado o maior da Europa, e pediram a intervenção das entidades competentes.
A árvore “está a ficar muito velha” e “corre o risco de ficar toda seca”, alertou Helena Monteiro, habitante de Guilhafonso, localidade da freguesia de Pêra do Moço.

O castanheiro, que está classificado como árvore de “interesse público” desde 1971, é propriedade da Câmara Municipal da Guarda, que o adquiriu há cerca de uma década, juntamente com o terreno, com o objectivo de assegurar a sua preservação.

Trata-se de um espécime de 9,60 metros de perímetro de tronco, 19 metros de altura, diâmetro médio da copa de 25,5 metros e uma idade estimada em mais de 400 anos.

Situado próximo da estrada que liga as cidades da Guarda e de Pinhel, o enorme castanheiro impressiona pelo seu porte. Os residentes asseguram que são precisas nove pessoas para abraçarem o seu tronco.

Helena Monteiro, que também faz parte da Assembleia de Freguesia de Pêra do Moço, contou que nem a Junta de Freguesia nem a Câmara Municipal podem actuar por se tratar de um exemplar classificado de “interesse público”, que está sob alçada da Autoridade Florestal Nacional (AFN).

A moradora adiantou que na próxima reunião do órgão autárquico de que faz parte irá propor que a Junta de Freguesia solicite uma “intervenção urgente” junto da AFN.

No ano passado, a título particular, informou aquela entidade do problema, avisando que o castanheiro “deveria ser observado por técnicos especializados que possam definir a melhor forma de fazer um tratamento que possa manter a sua vitalidade”, contou.

Outra habitante, Celeste Pereira, referiu que o imponente exemplar está “muito seco”. “Está muito estragado e tenho pena que ele possa ir abaixo”, afirmou, lembrando que o castanheiro tem vários ramos mortos e está danificado devido a um raio que atingiu a sua copa.

Confrontado com a situação, o vereador da Câmara da Guarda com o pelouro das Zonas Verdes, Gonçalo Amaral, assegurou que a autarquia irá actuar para manter a árvore “viva”. “Não vamos poupar esforços para tentar manter esta árvore viva ainda mais algumas centenas de anos.” O autarca prometeu fazer “todos os esforços possíveis para que a árvore se mantenha com o máximo de saúde”, contactando a AFN e técnicos do sector para “uma avaliação” e aplicação de medidas de preservação.

Foto e Texto do Jornal "Público"

1 comentário:

carol disse...

Olhe, Pedro, mande este texto ao Fernando Seara em carta registada e com aviso de receção!