quinta-feira, novembro 10, 2011

Queijadas de Sintra VIII

Photobucket  Em 2007/2008, publicámos um pequeno historial sobre sobre os tradicionais fabricantes de queijadas - hoje acrescentamos um  recente relançamento, de uma antiga marca ( Recordação de Sintra), da familia de Gregório Casimiro Ribeiro.



História da marca de queijadas "Recordação de Sintra"
Gregório Casimiro Ribeiro , iniciou-se como fabricante por volta de 1890 .Em 1911, associou-se a José Ambrósio, enteado de Josefa Neves da família “Sapa”,para fabricar as queijadas em Ranholas que eram vendidas no “Café Pérola de Sintra”, de João Cunha que segundo José Alfredo Azevedo; o mesmo local onde mais tarde foi a sede do Hockey Club de Sintra.


Em 1916 , depois de dissolvida a sociedade que entretanto tinha feito com José Ambrósio, estabeleceu-se por conta própria no Largo de Regedor em S.Pedro, denominando as queijadas que fabricava com a marca «Fábrica de Queijadas Recordação de Sintra».


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Por morte de Gregório Casimiro Ribeiro, a fábrica passa a ser explorada pelo seu filho, Álvaro de Almeida Ribeiro, que associa à marca o já conhecido nome de Gregório, designação esta que se mantém actualmente. Tendo obviamente a marca "Recordação de Sintra" deixado de ser utilizada.

Recentemente um dos netos de Gregório Casimiro Ribeiro, Mário Jorge Lage d'Almeida Ribeiro, relançou a  antiga marca  de queijadas "Fábrica de Queijadas Recordação de Sintra".

Photobucket Verdadeiras Queijadas de Sintra de A.Ribeiro


Já anteriormente  Gregório Casimiro Ribeiro, utilizava outras marcas para a venda das queijadas que fabricava, como  as "Verdadeiras Queijadas de Sintra" da marca  registada "Castelo dos Mouros", conforme anúncio publicado no Jornal de Sintra em 1937. Photobucket
 Fabricantes tradicionais de Queijadas de Sintra
-Fábrica Queijadas da Piriquita -Aqui
-Fábrica Queijadas da Casa do Preto-Aqui
-Fábrica de Alfredo Januário Gomes -Aqui
-Fábrica de Queijadas Matilde -Aqui
-Fábrica de Queijadas da Sapa -Aqui e Aqui
_Fábrica de Queijadas Gregório -Aqui e Aqui

Fontes consultadas:
-Obras de José Alfredo da Costa Azevedo
-"Queijadas de Sintra "de Raquel Moreira


2 comentários:

Carlos José Santos disse...

As queijadas têm vindo a perder terreno em relação aos travesseiros. É bom saber que alguém está a fazer algo para devolver o protagonismo que este produto já teve. Quando se falava de Sintra, associava-se logo as queijadas.
Desejo o maior sucesso ao Mário Jorge.

Anónimo disse...

E, há cerca de 50 anos, compravam-se meia dúzia de pacotes de queijadas dos Gregórios e tinha-se como brinde, um pacote igualzinho mas, de miniaturas.
tanto umas como outras maiores das que existem agora...)
sintrense