sexta-feira, abril 16, 2010

As infelizes Árvores de Sintra (II)

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Foto-montagem, com o resultado das "podas" que a CMS patrocina, que permitiria a visualização deste horrivel espectáculo quando o Presidente Fernando Seara, assomasse à janela do seu gabinete, para observar a "Paisagem Cultural de Sintra, Património da Humanidade."


A saga das bárbaras amputações de árvores em Sintra continua imparável, desta vez as tílias da rua D.João de Castro, as fotos amavelmente enviadas por C.G. testemunham as "técnicas" em uso cá no burgo, e demonstram uma total falta de sensibilidade pelo ambiente, por parte de quem tem a responsabilidade do município Sintrense.

Fotos de 15 de Abril de 2010, da rua D.João de Castro em Sintra
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foto:CG
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Foto:CG
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Foto:CG

Aqui ficam mais uma vez as pertinentes questões que a petição em defesa das árvores de Sintra, coloca a quem de direito:


1. As árvores da vila de Sintra são diferentes ou obedecem a regras diversas das árvores existentes noutras localidades do concelho?
2. Qual a competência técnicas das equipas que procedem ao abate e podas das árvores?
3. A que entidade pertencem estas equipas de abate e poda?
4. O que justifica a poda radical das árvores?
5. Que destino tem a madeira resultante de tais podas e abates?
6. Quais são os planos para os espaços ajardinados acima citados onde existiam árvores?
7. Quais são os planos para plantação de árvores nos locais acima descritos?
Pedimos-lhes também que providencie e dê instruções para o fim da destruição do pouco património arborícola que nos resta e que se não for para nós próprios ao menos que seja para continuarmos a merecer a distinção de sermos Património Cultural do Mundo.

3 comentários:

Anónimo disse...

Isto é inacreditável!
Será que os conhecedores da matéria leram todos a mesma cartilha? ou haverá aí um entruso que está a tirar partido da situação?

MIB

Anónimo disse...

Capital do Romantismo... ou lá o que o outro lhe chama ! Vê-se logo !

Fatyly disse...

Seara talvez desta forma abrisse os olhos e fizesse mais do que faz se é que faz alguma coisa em prol desta barbaridade dantesca cometida com as podas.